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ACERVO / METODOLOGIA

Metodologia.

Como as informações são organizadas, contextualizadas e revisadas.

Como um registro entra no Acervo.

O objetivo é apresentar informação primeiro e manter as fontes visíveis no próprio registro. Cada tipo de fonte cumpre uma função diferente: um canal oficial pode documentar como uma comunidade se apresenta; um artigo científico pode apoiar uma afirmação de saúde; um flyer pode registrar um evento; uma memória pessoal pode preservar uma experiência sem ser tratada como comprovação independente.

01

Pesquisa científica

Usada para temas de saúde, comportamento, consentimento e outros assuntos em que evidência empírica é relevante. Resultados são apresentados com suas limitações e não como verdades absolutas.

02

Fonte oficial

Sites, perfis ou páginas de organizadores servem para documentar informações sobre a própria iniciativa, como nome, atividades, canais e descrições públicas.

03

Registro público

Páginas de eventos, arquivos, materiais jornalísticos e documentos ajudam a situar datas, locais e atividades.

04

Memória comunitária

Relatos e lembranças podem preservar aspectos que não deixaram documentação formal. Quando usados, aparecem contextualizados como memória e não como confirmação independente.

Comunidades não são “certificadas” pelo Acervo.

Uma comunidade aparecer na seção Cena RJ significa que há material público relevante para documentá-la. A presença no Acervo não é garantia de segurança, conduta ou endosso.

Vocabulário muda.

Grande parte do vocabulário BDSM é comunitário. Definições podem variar por geração, grupo, língua e contexto. O A–Z descreve usos recorrentes e conecta termos relacionados, mas não pretende impor uma terminologia universal.

Revisões.

Registros e artigos exibem data de revisão. Informações contemporâneas sobre comunidades podem mudar e devem ser atualizadas quando novas fontes confiáveis aparecerem.

Metodologia editorial — revisão: 29.08.2026.